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Urgência de Montemor “esteve a funcionar sem médicos”

O serviço de urgência básico (SUB) do Centro de Saúde de Montemor-o-Novo “esteve a funcionar sem médicos” na noite do dia 26 de dezembro e encerrou a 2 de janeiro, acusa o deputado João Dias, do PCP, numa pergunta dirigida ao Ministério da Saúde sobre a falta de profissionais de saúde nesta cidade.

Segundo João Dias, estes dois episódios “aumentam a insegurança e incerteza das populações relativamente à manutenção e continuidade da prestação dos serviços de saúde a que têm direito”.

O deputado indica a prestação de serviços médicos no concelho de Montemor-o-Novo “tem-se degradado progressivamente por causa da redução do número de técnicos de saúde no Centro de Saúde, sobretudo de médicos, e com o encerramento de postos médicos em várias localidades” e refere a situação se irá agravar “ainda mais” na sequência da recente passagem à reforma de dois médicos e do anúncio de que o mesmo sucederá com outros dois.

Em causa, acrescenta, estará o “aumento do número de utentes sem médico de família, os quais, se o problema não for resolvido, terão ainda mais tempo de espera para obter uma consulta, ou terão de recorrer ao setor privado, ou deslocarem-se às urgências de outras unidades de saúde da zona”.

Por isso, na pergunta ao Ministério da Saúde, o deputado quer saber, por um lado, “qual o grau de conhecimento do Governo perante a grave situação da falta de profissionais”, nomeadamente de médicos de Medicina Geral e Familiar no Centro de Saúde de Montemor-o-Novo, e que “garantias têm os utentes” do SNS “do concelho de Montemor-o-Novo “de que não vão ficar sem médico de família ou que não terão de esperar vários meses por uma consulta”.

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