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Saúde Pública sem registo de casos de legionella em Estremoz

A Autoridade de Saúde Pública do Alentejo está a acompanhar a evolução do caso de legionella detetado na piscina coberta de Estremoz. Até ao momento não foi identificado qualquer caso da doença.

“A Unidade de Saúde Pública (USP) do Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) do Alentejo Central e a entidade gestora da piscina de Estremoz têm vindo a trabalhar em conjunto para manter a qualidade da água na piscina em todos os pontos, que inclui os balneários”, diz fonte da Administração Regional de Saúde do Alentejo (ARSA).

Segundo a mesma fonte, em análises efetuadas em junho e setembro do corrente ano, os boletins analíticos “apresentavam resultados com cloro e temperatura muito elevados”. Ou seja, “apesar da não deteção da bactéria [de legionella], a Câmara Municipal foi alertada para a possibilidade de ocorrência de legionella face aos parâmetros aferidos”.

Nessa altura, a USP “reforçou a sua disponibilidade para colaborar, solicitando implementação de medidas à autarquia”. Ainda assim, acrescenta a mesma fonte, “não obstante, nas amostragens de outubro do corrente ano, a USP verificou um valor elevado para o parâmetro da legionella pneumophila, o que representa elevado risco para a saúde humana”.

Foi na sequência destes resultados que a Câmara de Estremoz, enquanto entidade gestora da piscina municipal, decidiu encerrar o equipamento, “perante a presença de legionella” num dos pontos de colheita de água.

“A USP fará colheita esta semana. A entidade gestora comunicará os resultados analíticos apurados nas colheitas efetuadas, bem como as medidas tomadas para repor a qualidade da água em todos os pontos de utilização”, acrescenta a mesma fonte revelando que a piscina se manterá encerrada “até que terminem a sua limpeza e desinfeção e façam as respetivas análises de controle”.

A ARS do Alentejo garante que, até ao momento, “não houve nenhum caso de doença do legionário diagnosticado relacionado com esta ocorrência na piscina municipal de Estremoz” e acrescenta que “mediante sintomas de infeção respiratória aguda, os cidadãos devem procurar aconselhamento médico”.

Em comunicado, a Câmara de Estremoz recomendou aos utilizadores da piscina que tenham frequentado as instalações nos últimos 15 dias “que permaneçam atentos a eventuais sintomas semelhantes aos da gripe, como dores de cabeça, febre, tosse seca” devendo, nessa eventualidade, recorrer aos serviços de saúde.

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