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Évora “ganha escala” na candidatura a Capital Europeia da Cultura

Luís Godinho texto | Gonçalo Figueiredo fotografia e vídeo

A candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura/2027 “ganhou escala” e reforçou a sua dimensão europeia. Se, numa primeira fase, o interesse foi, sobretudo, “deixar muito claro” qual o conceito da candidatura, agora essa dimensão internacional foi reforçada na entrega do dossiê final de candidatura, indo ao encontro do que tinha sido uma das recomendações do júri.

“Trabalhámos para o aprofundamento do programa, do alcance dos públicos e da dimensão europeia”, diz Paula Garcia, coordenadora da candidatura, explicando que essa preocupação se materializa ao nível das parcerias internacionais, mas também nas temáticas abordadas, “muito ligadas às agendas europeias”, como as migrações, as alterações climáticas ou o direito à habitação.

O anúncio da cidade vencedora será feito a 6 de dezembro. Já o próximo dia 28 de novembro será “crucial” para as aspirações de Évora, na medida em que será nessa data que o júri se deslocará à cidade, com um programa de visita ainda não definido.

Recorde-se que o mote da candidatura é o “vagar”, proposto como “uma outra arte de existência” para a humanidade. “É uma leitura muito honesta da região. Ela parte da história de Évora, e do Alentejo, da sua essência, da sua identidade, e coloca questões à Europa, questões de presente e de futuro”, sublinha Paula Garcia.

Publicamos a primeira parte de uma entrevista com a coordenadora da candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura.

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