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Concerto e exposição no centenário do Bernardim Ribeiro

Redação SW texto | Gonçalo Figueiredo foto

Um concerto que reunirá em palco músicos como José Gonçalez, José Cid, António Pinto Basto, Jorge Fernando, André Amaro e Silvino Sardo irá assinalar esta quinta-feira, dia 21 de julho, o centenário do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz. O espetáculo terá início pelas 21h30. Antes, será inaugurada a exposição “Teatro Bernardim Ribeiro – 100 Anos de Histórias(s)”, que ficará patente ao público na sala de exposições temporárias Tomaz Alcaide até dia 30 de setembro.

De acordo com a Câmara de Estremoz, a programação comemorativa do centenário do Bernardim Ribeiro não se limita ao espaço do teatro, pois, também irão realizar-se iniciativas em vários espaços da cidade, como o Museu Berardo (onde o grupo Sons do Vagar atuará no próximo dia 29) e nas freguesias rurais. O programa inclui espetáculos de teatro, música, cinema, dança, ópera e artes circenses.

“Entendemos que devíamos, numa efeméride como são os 100 anos, ter uma aposta forte na programação que valorize e homenageie todos aqueles que ao longo do século contribuíram para que fosse construído, mas também para que se mantivesse em atividade”, diz o presidente da Câmara de Estremoz, José Sádio.

O Teatro Bernardim Ribeiro, cuja história de 100 anos foi lembrada na edição do “Brados do Alentejo” do passado dia 16 de junho, foi inaugurado a 22 de julho de 1922 e está classificado como imóvel de interesse municipal desde 1997, integrando a Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP).

“Uma sala ímpar no Alentejo e no país”

Entrevistado pela SW Portugal, o presidente da Câmara de Estremoz, José Daniel Sádio, desvenda o programa das comemorações do centenário.

Qual é que é a programação prevista para assinalar este centenário?

Há a programação anual, que decorre desde janeiro. O Teatro faz 100 anos no dia 22 de julho e, hoje, vamos inaugurar de vez a Biblioteca Municipal. Este dia marca o arranque da biblioteca e, em simultâneo, à noite, teremos um espetáculo no teatro, inserido na celebração dos seus 100 anos, com o José Gonzalez e amigos. Previamente a esse espetáculo, iremos descerrar duas placas evocativas: uma da abertura do que agora entendemos designar como espaço de exposições Tomaz Alcaide e outra dos fundadores do teatro, de todas aquelas pessoas que há 100 anos atrás avançaram com o projeto. Tudo isto com a presença do ministro da Cultura. 

Qual é o significado do teatro para a cidade e o que é que pode ser feito para este ser valorizado?

O teatro é uma sala ímpar no Alentejo e no país. Entendemos que devíamos, numa efeméride como são os 100 anos, ter uma aposta forte na programação que valorize e homenageie todos aqueles que ao longo do século contribuíram para que fosse construído, mas também para que se mantivesse em atividade. Ao mesmo tempo, queremos mostrar ao mundo que o teatro está apto a receber qualquer tipo de eventos de qualquer dimensão: da ópera, ao fado, às artes. É um espaço único.

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