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Esporão lança Torre 2017. Quarta edição em quatro décadas

Cinco anos após uma colheita excecional, e apenas pela quarta vez em outras tantas décadas, o Esporão lança o seu topo de gama. Aí está o Torre do Esporão 2017.

“O Torre é quando tudo corre bem. É a nossa razão de fazer o que fazemos. É por aqui que começamos e em que raramente terminamos. Temos sempre presente que é isto que queremos fazer, colocando a fasquia mais alto, sonhando e indo atrás do sonho, diz o presidente do conselho de administração da empresa, João Roquette.

Para o presidente do conselho de administração, João Roquette, “o Torre é quando tudo corre bem. É a nossa razão de fazer o que fazemos. É por aqui que começamos e em que raramente terminamos. Temos sempre presente que é isto que queremos fazer, colocando a fasquia mais alto, sonhando e indo atrás do sonho”.

Cinco anos depois de uma vindima “verdadeiramente excecional” nas três propriedades da empresa no Alentejo (Herdade do Esporão, Herdade dos Perdigões e Propriedade dos Lavradores), o Torre 2017 resulta da “soma de detalhes, tem personalidade própria, representa um marco concreto e efetivo daquilo que estamos a fazer e em que acreditamos. A sua personalidade vincada resulta da soma do carácter individual de cada vinha e origem, mas também do trabalho apaixonado de uma equipa de pessoas que acompanharam a vinha e o vinho durante o seu longo percurso”.

Com origem em cinco vinhas e quatro castas, é composto pelas variedades Aragonez, Touriga Franca, Touriga Nacional e Alicante Bouschet. “Representa a ambição de fazer os melhores vinhos que a natureza proporciona, de modo responsável e inspirador”, refere José Roquete, acrescentando que ao longo da vítima “acompanhamos de forma próxima e detalhada os índices de maturação, pelo que cada parcela e casta foi vindimada em separado de acordo com seu perfil e respetiva origem”.

Assim, o Aragonez iniciou a fermentação alcoólica em lagares de mármore com pisa a pé e terminou em cubas de betão onde fez a fermentação malolática, sendo posteriormente trasfegado para balseiros de 5000 litros. A Touriga Franca e Touriga Nacional cofermentaram também em lagares de mármore com pisa a pé, realizando a fermentação malolática em barricas de carvalho francês, onde permaneceram por 18 meses. Já as parcelas da casta Alicante fermentaram separadamente em cubas de betão, acontecendo a fermentação malolática em barricas novas de carvalho francês durante 18 meses.  

“O resultado é um vinho que se destaca pelo seu carácter, sofisticação, complexidade aromática, subtileza e densidade. De personalidade vincada é um vinho pelo qual valeu a pena esperar”, assinala. Ao mercado chega com o preço de 250 euros.  

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